Descrição

O OLHAR FEMININO E A PASSAGEM DO TEMPO MARCAM NOVO LIVRO DE RENATA MACHADO

Em seu quarto livro, a escritora Renata Machado fala da passagem do tempo e de tudo o que há de poético e sutil nas coisas que vão nos deixando ao longo da vida. Com Todas as coisas que já não são minhas, a autora cria um inventário das marcas impressas no corpo e nas lembranças: as mãos que parecem ganhar rugas de um dia para o outro, as datas especiais que deixaram lembranças, os objetos trincados que nos exigem ainda mais cuidado, os amores antigos, a partida de amigos, a infância impregnada no quarto da filha que cresceu. Tudo isso com uma linguagem contemporânea e o olhar sobre a mulher nos dias de hoje.

São cerca de quarenta narrativas breves que “formam um livro sobre as percepções cotidianas e singelas das perdas”, diz Renata Machado. Um mergulho pelo espaço-tempo de uma existência; uma obra que dialoga com leitoras e leitores, jovens ou mais velhos. Em sua escrita, a autora mostra a importância de colocarmos nossa história em perspectiva: as memórias latentes, a finitude das coisas e o envelhecer são temas com os quais Renata tem familiaridade, seja pela maturidade que alcançou, seja por sua trajetória como psicóloga (ela foi professora de Psicologia da Morte na UNESP-Bauru nos anos 1990 e, hoje, atua como terapeuta do luto).


Renata Machado
 nasceu e vive em Bauru, interior de São Paulo. É autora dos livros Tardes secretas (1996), Noroeste (2006) e Aos que me foram caros e alguns mais baratinhos (2016). E já se enveredou pela dramaturgia, com as peças O menino minguado, filho da lua cheia (Prêmio Oswald de Andrade), Insônia e Londrina, Zona Paraíso. Em 2020 integrou a coletânea O vazio não está nem quando é silêncio – vozes femininas na literatura, publicado pela Mireveja.

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